Operação Reditus
PC prende em Paraíso homem com passagens por homicídio, tráfico, organização criminosa e roubos
Ação cumpriu mandado de prisão preventiva durante investigação de furto de veículo e retirou de circulação investigado considerado de alta periculosidade
A 63ª Delegacia de Polícia de Paraíso do Tocantins, deflagrou na manhã desta quinta-feira, 5, a Operação Reditus e deu cumprimento a mandado de prisão preventiva contra um homem de 34 anos, investigado por furto de veículos no município.
A prisão ocorreu no setor Vila Regina, após trabalho investigativo apontar que o suspeito utilizava duas residências, em diferentes regiões da cidade, como estratégia para dificultar sua localização.
A operação foi coordenada pelos delegados José Lucas Melo e Antônio Onofre e contou com apoio da 6ª Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC – Paraíso), da 6ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e Vulneráveis (DEAMV – Paraíso) e da 5ª Delegacia Regional de Polícia Civil (5ª DRPC), reforçando o trabalho integrado das unidades da Polícia Civil na região.
O investigado possui extenso histórico criminal, com passagens por homicídio, organização criminosa, tráfico de drogas e roubos. Conforme apurado, no início de janeiro ele teria subtraído uma motocicleta, posteriormente recuperada e restituída ao proprietário em outra ação policial.
O nome da operação, Reditus, vem do latim e significa “retorno”, em referência ao fato de o investigado ter voltado a praticar crimes após deixar o sistema prisional, sendo novamente conduzido ao cárcere.
Segundo o delegado José Lucas Melo, a prisão representa importante medida de proteção à sociedade. “A retirada desse indivíduo de circulação impacta diretamente na redução de crimes patrimoniais e também na prevenção de delitos mais graves, considerando o histórico de violência apresentado por ele. O trabalho integrado das equipes foi essencial para o êxito da operação”, destacou.
Após os procedimentos legais, o homem foi encaminhado para exame de corpo de delito e, em seguida, recolhido à unidade penal, onde permanece à disposição do Poder Judiciário.
(Da Dicom SSP TO)
(Foto: Divulgação PCTO)