melhoria nas condições de trabalho
Greve no transporte público provoca superlotação e atrasos para passageiros em Palmas
Paralisação dos motoristas começou na madrugada desta terça-feira (3); trabalhadores reivindicam cumprimento do piso salarial e melhores condições de trabalho.
A greve dos motoristas do transporte coletivo de Palmas provocou transtornos para centenas de passageiros na manhã desta terça-feira (3). A paralisação afetou a circulação dos ônibus e causou aglomeração em estações da capital tocantinense.
Na Estação Xerente, localizada na região sul da cidade, passageiros enfrentaram lotação e dificuldades para embarcar. Segundo informações divulgadas pela TV Anhanguera, usuários relataram atrasos de até 40 minutos nas linhas do transporte coletivo.
Motoristas cobram direitos trabalhistas
O movimento grevista foi anunciado pelo Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transportes Rodoviários e Operadores de Máquinas do Estado do Tocantins (Simtromet).
A paralisação começou por volta das 4h e envolve profissionais da Sancetur, empresa responsável pela operação do transporte coletivo da capital.
Entre as principais reivindicações da categoria estão o cumprimento do piso salarial e a melhoria das condições de trabalho.
De acordo com o sindicato, a previsão é manter 30% da operação durante a mobilização, buscando garantir parte do atendimento à população.
Passageiros enfrentam dificuldades
A redução na circulação dos ônibus trouxe consequências para quem depende diariamente do transporte público para chegar ao trabalho, às escolas e a outros compromissos.
Na Estação Xerente, o acúmulo de passageiros evidenciou os impactos da paralisação logo nas primeiras horas da manhã.
A situação também levanta preocupações sobre a continuidade dos serviços essenciais e os prejuízos causados aos usuários.
Prefeitura busca garantir funcionamento do serviço
A Prefeitura de Palmas informou que obteve uma decisão liminar relacionada à paralisação do transporte coletivo. Os detalhes da determinação judicial e seus efeitos sobre a operação ainda precisam ser confirmados.
Enquanto isso, passageiros aguardam a normalização do serviço e um entendimento entre os trabalhadores e os responsáveis pela operação.
A greve chama atenção para os desafios da mobilidade urbana na capital e para a importância de uma solução que contemple os direitos dos trabalhadores sem comprometer o deslocamento da população.
O Araguaína Urgente acompanha os desdobramentos da paralisação.
(Por: informações divulgadas pelo g1 Tocantins e pela TV Anhanguera)
(Foto: Reprodução redes sociais)