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Caso UPAs de Palmas

Justiça revoga prisões de ex-gestores da Saúde de Palmas investigados em contrato milionário das UPAs

Decisões do STJ beneficiam a ex-secretária Dhieine Caminski e o ex-superintendente Andreis Vicente da Costa, presos durante investigação sobre supostas irregularidades em contrato de R$ 139 milhões.

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A ex-secretária de Saúde de Palmas Dhieine Caminski e o ex-superintendente de Atenção à Saúde Andreis Vicente da Costa tiveram as prisões preventivas revogadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). As decisões foram proferidas individualmente pelo ministro Reynaldo Soares da Fonseca e os pedidos de soltura foram expedidos nesta quarta-feira (2).

Dhieine e Andreis foram presos no decorrer das investigações da Polícia Civil do Tocantins sobre possíveis irregularidades na contratação da entidade responsável pela administração das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Norte e Sul de Palmas. A apuração envolve suspeitas de direcionamento, superfaturamento e fraude em um contrato estimado em R$ 139 milhões.
O caso é investigado no âmbito da Operação Falsa Emergência, deflagrada em junho deste ano.

A investigação apura as circunstâncias da contratação da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba para assumir a gestão das unidades. O acordo foi formalizado em março de 2026.

Com as decisões do STJ, a prisão preventiva dos dois investigados foi substituída por medidas cautelares, que deverão ser observadas após a saída do sistema prisional. A revogação das prisões não encerra as investigações nem representa absolvição dos envolvidos.

Outra investigada no caso, a empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva, também obteve decisão favorável em habeas corpus. Até a última atualização das informações divulgadas, porém, ainda não havia sido publicado pedido formal para sua soltura.

As investigações sobre a contratação milionária e a gestão das UPAs da capital seguem em andamento.

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