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Estava foragido

Polícia Civil prende em Cristalândia foragido condenado por estupro de vulnerável em Pium

Homem estava foragido desde novembro de 2024 e foi localizado na residência de um irmão, durante ação conjunta da 59ª DP de Cristalândia e 57ª DP de Pium

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A Polícia Civil do Tocantins, por meio de ação integrada entre a 59ª Delegacia de Polícia de Cristalândia e a 57ª Delegacia de Polícia de Pium, prendeu, na manhã desta terça-feira, um homem de 66 anos identificado pelas iniciais S.P.S., condenado pelo crime de estupro de vulnerável e que se encontrava foragido da Justiça desde o dia 8 de novembro de 2024.

A prisão ocorreu no município de Cristalândia, onde o condenado foi localizado na residência de um irmão. Contra ele havia mandado de prisão decorrente de condenação transitada em julgado expedido pela 2ª Vara da Comarca de Cristalândia.

O homem foi condenado pelo crime previsto no artigo 217-A, caput, do Código Penal Brasileiro à pena de 9 anos, 3 meses e 29 dias de reclusão, a ser cumprida em regime fechado.

O crime investigado ocorreu no município de Pium e foi apurado pela Polícia Civil no âmbito de inquérito conduzido pela 57ª Delegacia de Polícia. As investigações apontaram a prática reiterada de violência sexual contra vítima vulnerável que morava no mesmo assentamento que o autor. Os abusos começaram quando a criança tinha apenas cinco anos de idade e só cessaram após os crimes serem descobertos por um familiar da vítima, que apresentou denúncia.

A delegada Jeannie Daier de Andrade destacou a importância da atuação integrada entre as unidades policiais para assegurar o cumprimento das decisões judiciais e impedir que condenados permaneçam em situação de fuga.

 “A prisão desse indivíduo demonstra o comprometimento da Polícia Civil com a responsabilização de autores de crimes graves e com a proteção das vítimas. Mesmo após longo período de evasão, o trabalho investigativo e de inteligência permitiu sua localização e captura”, afirmou.

Após os procedimentos legais cabíveis, o preso foi colocado à disposição do Poder Judiciário para o cumprimento da pena.

(Da Dicom SSP TO)
(Foto: Divulgação PCTO)

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